Focus de fevereiro de 2026: mercado projetava inflação de 3,97%
O Focus com data-base de 6 de fevereiro de 2026 reduziu a mediana do IPCA de 3,99% para 3,97%. Entenda a diferença entre previsão e inflação observada.
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No Relatório Focus com data-base de 6 de fevereiro de 2026, a mediana das expectativas para o IPCA daquele ano caiu de 3,99% para 3,97%. Era a quinta redução semanal consecutiva registrada na tabela do Banco Central.
Os números abaixo são um registro histórico daquela pesquisa. Eles não representam a previsão mais recente disponível nem o resultado efetivo da inflação de 2026.
As projeções para 2026 naquele relatório
- IPCA: 3,97%, ante 3,99% uma semana antes.
- PIB: crescimento de 1,80%, sem alteração semanal.
- Câmbio no fim do período: R$ 5,50 por dólar, sem alteração semanal.
- Selic no fim do período: 12,25% ao ano, também estável na comparação semanal.
A queda de 3,99% para 3,97% equivale a 0,02 ponto percentual, ou dois pontos-base. É importante distinguir essa variação da própria taxa de inflação esperada.
Como ler o Focus
O Banco Central explica que o relatório resume estatísticas das expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à divulgação. A mediana organiza as respostas dos participantes; não é uma promessa de resultado nem uma decisão do Banco Central sobre os juros.
Na comparação entre edições, verifique se o indicador se refere ao mesmo ano e se a coluna utiliza a mediana agregada ou apenas as respostas dos últimos cinco dias úteis. Misturar esses recortes pode criar uma mudança que não corresponde à série escolhida.
O que isso diz sobre os preços
Uma projeção menor de inflação indica expectativa de alta mais lenta do nível de preços. Ela não implica, por si só, redução dos preços no supermercado ou na conta de um serviço. Também não altera automaticamente a taxa de um financiamento já contratado.
Para acompanhar o cenário atual, abra a edição mais recente do Focus. Para saber a inflação já ocorrida, procure a divulgação do IPCA, em vez de tratar uma previsão histórica como resultado observado.
Revisão editorial em 5 de novembro de 2026: período explicitado, números conferidos no documento do Banco Central e hipóteses sem atribuição removidas.
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